A técnica perfeita para contar uma história infantil

As crianças apreciam sempre, e em qualquer ocasião, uma boa história. Seja para dormir ou por mera distração, o mundo da fantasia e do imaginário sempre fascinou os mais novos. Aproveite esta noite para ler uma história ao seu filho, depois de aprender a técnica perfeita de contar uma história infantil.

Como contar uma história infantil

Contar histórias não é propriamente um dom por aí além, mas conseguir fazer viajar uma criança pelo mundo da fantasia e do real, nem sempre é tarefa fácil. O que acontece é que as crianças precisam de sentir com intensidade a história que estão a ouvir, portanto coloque o máximo de emoção e de vivacidade que conseguir, quer esteja a contar um conto retirado dos livros ou uma história real.

Se estiver a contar uma história, por exemplo a do Capuchinho Vermelho, conte-a com a máxima ferocidade, quando chegar a parte do lobo mau e com a maior delicadeza que conseguir, quando chegar a parte da avozinha. O que prevalece é o jogo de palavras e o tom de voz que se utiliza. Aquilo que as crianças gostam é de sentirem a história e que, também elas estão com medo ou que também elas estão divertidas.

Quase todas as histórias têm um herói e, é imprescindível que também elas sintam qual o verdadeiro herói da trama. Para isso, os contadores de histórias devem saber contá-las convenientemente, de maneira a que a criança possa retirar as conclusões acertadas. Independentemente de se contarem histórias em grupo ou em privado, a forma de as contar deve ser idêntica e com a mesma emoção.

Existem várias formas de transmitir histórias:

  • as contadas pela voz do comunicador,
  • a dos livros,
  • dos videos,
  • CD Rom.

Elas são contadas de modo privado ou seja, realizadas apenas para um ouvinte podendo contudo, haver mais que um. Mas, existem aquelas histórias de grupo nas quais é necessário um público para as mesmas tomarem forma.

Falamos-lhe das histórias que acontecem nas telas do cinema, nos palcos do teatro, a dança e as de televisão. Nalgumas delas chega mesmo a haver a interferência do público, isto é, da criança, que acaba também ela por ser um interveniente activo e fundamental para o desenrolar dos acontecimentos.

Contar uma história para um público infantil

Quando se conta uma história para um público infantil, recorrem-se a determinadas técnicas e recursos, conjugados com o local onde a própria história está a ser contada. Todavia, em privado, o indispensável é conjugar a atenção da criança. A partir daí, é meio caminho andado para que as coisas corram pela positiva. O desenrolar perfeito dos acontecimentos da história e a sua ordem, é selecionado e feito pela própria criança. É ela que a comanda na totalidade.

Deixe-se levar pela imaginação

A técnica perfeita para contar uma história ao seu filho ou aos amigos dele é, sem dúvida alguma, deixar-se levar pela imaginação. De início, reflita num tema ou numa ideia interessante, soltando posteriormente a sua imaginação o máximo que conseguir. Vá utilizando palavras e imagens que a criança facilmente consiga perceber e distinguir, e prepare a criança para o estado de receptividade, em relação ao que está a contar.

No decorrer da história a criança deve estar calma e atenta, sinal de que está interessada e a assimilar tudo corretamente. Quando chegar os momentos fundamentais da história, faça pequenas pausas para criar o devido suspense mas, sem recorrer em demasia aos detalhes ou pormenores. O excesso exagerado de descrições faz com que a criança se farte, e se desligue da essência da história saturando-se em demasia.

Quer se goste ou não devem-se contar histórias às crianças, até mesmo para estimular a sua imaginação, já que os mais novos apreciam este mundo da fantasia, dos heróis e dos vilões. Até porque quando se conta uma boa história de maneira simplificada, é uma boa alternativa para os manter sossegados e felizes.

Se não tiver imaginação para inventar e produzir uma, recorra às histórias habituais que certamente se recorda da sua infância. Verá que o seu filho entrará no sonho do imaginário, pela sua própria voz e presença carismática…

Aqui deixamos algumas histórias para ir treinando:

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