Na hora da refeição: açúcar é amigo ou inimigo?

A primeira tentação das mães quando o bebé rejeita a papa é adicionar-lhe açúcar, mesmo às salgadas. Afinal o doce nunca amargou e já desde tempos imemoriais a chucha das crianças (mera bola de tecido) era revestida de açúcar para a manter calma. Nos nossos dias, a ideia acerca do açúcar mudou um pouco e já é considerado um perigo.

A ingestão de açúcar em excesso provoca irritabilidade e falta de atenção, isto porque dá-se uma maior concentração de insulina no sangue ao mesmo tempo que aumenta a quantidade de adrenalina, o que provoca ansiedade, excitação e dificuldade de concentração.

Nunca dê alimentos açucarados a crianças com o estômago vazio, porque isso aumenta os efeitos nefastos do açúcar no organismo. A dieta normal tem suficiente açúcar para cobrir todas as necessidades sem que seja necessário acrescentar nada.

O consumo excessivo de alimentos açucarados provoca na boca a proliferação de bactérias e formação de cáries e, a acrescentar a isto, a criança perde o apetite para alimentos que o organismo realmente necessita, o que resulta em obesidade e anemia.

Muitos bebés, habituados a comer a papa de fruta açucarada antes de iniciarem os alimentos salgados como a sopa, recusam estes quando lhes são apresentados.

O mel não é um substituto do açúcar e não deve ser usado em excesso, além de ser pobre em vitaminas.

O açúcar nunca deve ser usado como substituto da alimentação normal e muito menos como recompensa por comer ou fazer algo, porque assim vai estar a ensinar ao seu filho a fazer as coisas apenas para receber a recompensa.

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