Diálogo: escutar é o mais importante

Sou mãe de três lindos filhos. Certo dia as duas filhas mais velhas Roberta com 6 anos Rebeca e com 4 anos começaram uma discussão no quarto

De repente Rebeca saiu para a sala e disse:
– mãe, filho não faz no umbigo?

Roberta saiu do quarto brava e disse:
– nunca ouvi isso, a Rebeca tá ficando louca.

Olhei para o meu marido, e pensei é hoje que devemos iniciar uma conversa.
Quando começamos, olhei para Rebeca e falei:
– filha, filho não faz no umbigo, e sim……., Roberta entrou no meio da conversa e falou, eu explico onde faz o filho.

Pronto ai que ficamos surpresos como uma pequena de 6 anos pode saber disso.

Ela olhou bem para nós, ficou de pé ao lado e falou:
Olhe bem, como a professora da catequese explicou.
Nome do Pai, nome do filho do espirito santo, amém.
– viu, filho não se faz no umbigo, é no peito.
Ufa!!!

Descobrimos que elas estavam conversando sobre a santíssima trindade, aula de catequese.
E não sobre o ato de ter filhos.

Ai, a necessidade de ouvir, questionar e prestar atenção nos questionamentos de nossos filhos fazem, antes de ir respondendo de qualquer maneira, pode dar um nó na cabecinha deles. Não é?

já li e ouvi falar que quando nossos filhos nos questionam, e bom retornar a questão para saber o quanto eles já sabem sobre o assunto,e depois analisar até onde a idade ou maturidade para que possamos responder de forma a ajudá-los.

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